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		<title>Regiões do vinho chileno.</title>
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		<pubDate>Fri, 18 May 2012 19:04:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius Farah</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vinhos]]></category>
		<category><![CDATA[chile]]></category>
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			<content:encoded><![CDATA[<span class="fb_share"><fb:like href="http://www.farah.eti.br/blog/regioes-do-vinho-chileno/" layout="button_count"></fb:like></span><a  href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.farah.eti.br%2Fblog%2F%3Fp%3D215&#038;count=horizontal&#038;related=vtfarah&#038;text=Regi%C3%B5es%20do%20vinho%20chileno." class="twitter-share-button" 0="data-text='Regiões" 1="do" 2="vinho" 3="chileno.'" 4="data-url='http://www.farah.eti.br/blog/?p=215'" 5="data-counturl='http://www.farah.eti.br/blog/regioes-do-vinho-chileno/'" 6="data-count='horizontal'" 7="data-via='vtfarah'" 8="data-related='vtfarah'"></a><h3><a href="http://www.farah.eti.br/blog/wp-content/uploads/2012/05/a-vinho-chileno.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-216" title="Vinho Chileno" src="http://www.farah.eti.br/blog/wp-content/uploads/2012/05/a-vinho-chileno-200x300.jpg" alt="" width="200" height="300" /></a></h3>
<div>
<div></div>
<div><strong>Vale do Elqui</strong></div>
<p>O Elqui é a região do vinho chileno mais nortenho, desafiando o deserto de Atacama ao aproveitar os benefícios refrescantes do rio que lhe dá o nome. Se bem que atualmente se cultivem uvas viníferas ainda mais ao norte, tanto em Huanco como em San Pedro, ainda não se comercializam vinhos de seus frutos. Entretanto o Elqui produz vinhos consistentemente excepcionais, sobretudo os Syrah de clima frio, alguns dos quais se plantaram a 2000 metros acima do nível do mar, nos vinhedos mais altos do Chile. Esta apreciada variedade tinta domina o vale seguida pelo Sauvignon Blanc. No último ano ocorreu um importante incremento nas plantações de Chardonnay (aproximadamente 350%) e Pinot Noir (210 %) e um aumento dos vinhedos em geral em torno de 88%.</p>
<div><strong>Vale do Limarí e do Choapa</strong></div>
<p>O Limari surgiu nos últimos anos graças ao êxito de seu Chardonnay, a variedade rainha, que garantiu seguidores e prêmios em todo o mundo por sua acidez picante e sua mineralidade. Variedades de clima frio se desenvolvem aqui, protegidas pela Cordilheira da Costa, dos efeitos da corrente Humboldt no oceano Pacífico. A par disto, se realizaram importantes inversões próximas do Parque Nacional Fray Jorge. No interior as variedades tintas, em especial o Syrah, se desenvolveram nos barrancos que antigamente deram proteção aos povos nativos desta zona. Ao sul de Limari, o menos conhecido Vale de Choapa, produz belos Syrah e outras variedades tintas nos solos rochosos nas cercanias dos Andes.</p>
<div><strong>Vale do Aconcágua</strong></div>
<p>Aconcágua, uma das regiões mais tradicionais do vinho chileno, experimentou importantes transformações nos últimos anos. Conhecido por seus ricos vinhos tintos, cultivado na pré cordilheira dos Andes, o vale seguiu o curso do Rio Aconcágua &#8211; assim chamado por causa do pico mais alto da América &#8211; e descobriu com isto os benefícios do clima frio. Hoje, o Sauvignon Blanc, deliciosamente refrescante, altera a relação entre cepas brancas e tintas no vale, que mostra também vastas plantações de vinhedos orgânicos e biodinâmicos.</p>
<div><strong>Vale de Casablanca</strong></div>
<p>As mudanças que o Chile efetuou em direção a uma viticultura de clima frio começou a cerca de 25 anos quando enólogos inovadores decidiram plantar nesta região pre costeira. A audácia mostrou-se tão exitosa que estas terras tão pouco férteis se transformaram em uma zona verde cheia de vinhedos. O Chardonnay continua seu reinado, porém o Sauvignon Blanc e o Pinot Noir, dois dos varietais mais destacados no Chile, estão em fase de crescimento. Este Vale também produz alguns tintos e o Syrah &#8211; bem cuidado e plantado em áreas mais temperadas &#8211; está começando a chamar a atenção tanto no Chile como no exterior.</p>
<div><strong>Vale de San Antonio / Leyda</strong></div>
<p>Conhecido principalmente por suas atividades portuárias, produtores de uvas empreendedores converteram o setor em uma área bem dotada para as cepas de clima frio, como o Sauvignon Blanc (aumentou uns 15%), Chardonnay (mantém-se constante), Pinot Noir e Syrah (ambos cresceram um pouco). A região está dividida em setores: Leyda, Lo Abarca e Rosario encabeçam a lista, seguidos de novas zonas de produção como Malvilla, Cartagena e Lleolleo. Os ventos frios e a escassez de água representam grandes desafios aos viticultores, apesar de que os destacados vinhos frescos e minerais façam com que o esforço valha a pena.</p>
<div><strong>Vale do Maipo</strong></div>
<p>Se bem que esta não é a região vinífera mais antiga do Chile &#8211; como alguns autores haviam afirmado &#8211; Maipo é, sem dúvida, uma das mais tradicionais, com suas casas senhoriais do século XIX, rodeadas de vinhedos de estilo francês. Há 150 anos esta região liderou a segunda fase áurea do vinho chileno e foi parcialmente responsável pela fama do Cabernet Sauvignon do vale, que ainda é a cepa mais apreciada da região. Na última década se definiram três áreas distintas: Maipo Andino &#8211; também conhecido como Maipo Alto &#8211; que produz um dos mais elegantes Cabernet Sauvignon do país; Maipo Costa, área mais nova e que aproveita a influência marítima para produzir tintos com mais acidez natural e Maipo Central, berço de um dos melhores Carmenere.</p>
<div><strong>Vale do Rapel / Cachapoal</strong></div>
<p>Quando o Chile definiu um sistema de Denominação de Origem, declarou a VI Região, ao sul do Rio Maipo e no coração da zona agrícola, como o Vale do Rapel, limitado pela represa por um lado e o rio do mesmo nome, que corre em direção à costa. Posteriormente, pelas diferenças geográficas, o setor se dividiu em duas zonas distintas. O Vale do Cachapoal, ao norte, tem pouca influência marítima e seus três setores principais: Rancágua, Peumo e Alto Cachapoal, são mais conhecidos por seus encorpados vinhos tintos, particularmente por seu Cabernet Sauvigon da zona andina e o premiado Carmenere, próxima ao centro do vale.</p>
<div><strong>Vale do Rapel / Colchagua</strong></div>
<p>O extremo sul do amplo Vale do Rapei é mais conhecido como o Vale de Colchagua, zona tradicionalmente celebrada por seus maduros e encorpados vinhos tintos. O Cabernet Sauvignon continua liderando a produção, ainda que, em algumas ocasiões é o Syrah e o Carmenere que atraem as atenções do público juntamente com o escasso porém excelente Malbec que provém do mesmo vale. Hoje, entretanto, os vinhedos se expandiram em direção à costa, ampliando o catálogo de vinhos finos do Vale, incluindo variedades de clima frio como o Sauvignon Blanc.</p>
<div><strong>Vale de Curicó</strong></div>
<p>O Vale do Curicó possui uma larga tradição vitivinícola, cultivando suas uvas no setor central do vale há mais de 150 anos. Realmente a produção de vinho é uma das indústrias mais importantes da zona. Hoje em dia quem viaja pela estrada Panamericana se maravilha pelos longos quilómetros de vinhedos que bordeiam o caminho. Com diferentes condições climáticas e geológicas, além da água farta, tanto do Rio Teno como do Rio Lontué, podemos dizer que Curicó comprovou ser uma fonte consistente de boas uvas tintas e brancas. As nova plantações do vale cresceram cerca de 15% sobre o ano anterior.</p>
<div><strong>Vale do Maule</strong></div>
<p>A apéllation mais extensa e diversificada do Chile se compõe de três setores distintos. O setor norte, pelo lado oriental da Estrada Panamaricana se estende até a pré Cordilheira dos Andes. O maior setor está bem no centro do Vale, concentrado ao redor dos rios Maule e Loncomilla e o terceiro setor, no árido junto à costa, se situa em direção ao poente. A diversidade dos vinhos produzidos no vale incluem uma lista de tintos vivos e frutados, de cepas nobres, até vinhos únicos produzidos a partir das antigas parreiras. Estes últimos se mostram tão atrativos que levaram os enólogos a repensar sua opiniões sobre variedades consideradas rústicas, como o Carignan.</p>
<div><strong>Vale do Itata</strong></div>
<p>&#8220;Devagar porém constante&#8221; é a frase chave das região mais antiga do vinho chileno. Os primeiras parreirais entraram no país em meados do século XVI em uma baía próxima de Concepcion e dali se encaminharam rumo ao norte, por terra. Seus verões calorosos e seus invernos chuvosos e frios representam desafios às variedades nobres plantadas posteriormente. Só puderam superar este desafio com a ajuda da moderna tecnologia. Assim, um grupo pequeno de produtores dedicados pôde elaborar vinhos para exportação, além do tradicional vinho para consumo interno.</p>
<div><strong>Vale do Bío Bío e Malleco</strong></div>
<p>Para efeitos reais podemos afirmar que o Bío Bío e o Malleco, a 400 km da capital, continuam representando o extremo sul da indústria vitivinícola chilena, mesmo que algumas vinícolas experimentais sigam avançando ainda mais ao sul. Apesar dos calorosos dias de verão, os ventos frios e os intensos invernos chuvosos obrigam os viticultores a se manterem atentos aos detalhes. A região está se mostrando muito interessante para o Pinot Noir, Chardonnay e Sauvignon Blanc, tanto que há pouco tempo já superaram a mais tradicional cepa do país, tanto em volume como em popularidade. Valerá a pena manter-se atento aos vinhedos jovens que muito cedo começarão a produzir excepcionais vinhos de clima frio.</p></div>
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		<title>Levantamento da Nielsen mostra que ainda há um forte crescimento no mercado de apps mobile</title>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2012 19:09:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius Farah</dc:creator>
				<category><![CDATA[Android]]></category>
		<category><![CDATA[Mobile]]></category>
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		<category><![CDATA[iphone]]></category>
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		<description><![CDATA[A Nielsen divulgou hoje novos dados do seu relatório “State of the Appnation”, trazendo números de crescimento dos aplicativos móveis rodam em smartphones — nos Estados Unidos. &#160; Destaques da pesquisa: O número de assinantes de telefones celulares com smartphones, nos EUA, subiu de 40% no ano passado para cerca de 50% atualmente. Usuários de smartphones com iOS e Android [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<span class="fb_share"><fb:like href="http://www.farah.eti.br/blog/levantamento-da-nielsen-mostra-que-ainda-ha-um-forte-crescimento-no-mercado-de-apps-mobile/" layout="button_count"></fb:like></span><a  href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.farah.eti.br%2Fblog%2F%3Fp%3D191&#038;count=horizontal&#038;related=vtfarah&#038;text=Levantamento%20da%20Nielsen%20mostra%20que%20ainda%20h%C3%A1%20um%20forte%20crescimento%20no%20mercado%20de%20apps%20mobile" class="twitter-share-button" 0="data-text='Levantamento" 1="da" 2="Nielsen" 3="mostra" 4="que" 5="ainda" 6="há" 7="um" 8="forte" 9="crescimento" 10="no" 11="mercado" 12="de" 13="apps" 14="mobile'" 15="data-url='http://www.farah.eti.br/blog/?p=191'" 16="data-counturl='http://www.farah.eti.br/blog/levantamento-da-nielsen-mostra-que-ainda-ha-um-forte-crescimento-no-mercado-de-apps-mobile/'" 17="data-count='horizontal'" 18="data-via='vtfarah'" 19="data-related='vtfarah'"></a><h2></h2>
<div>
<p>A <strong>Nielsen</strong> divulgou hoje <a href="http://macmagazine.com.br/goto/novos_dados_do_seu_relat_rio_State_of_the_Appnation_/208748/1" target="_blank">novos dados do seu relatório <em>“State of the Appnation”</em></a>, trazendo números de crescimento dos aplicativos móveis rodam em smartphones — nos Estados Unidos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a  href="http://www.farah.eti.br/blog/wp-content/uploads/2012/05/16-nielsen.png" class="thickbox no_icon" rel="gallery-191" title="16-nielsen"><img class="alignnone" title="16-nielsen" src="http://www.farah.eti.br/blog/wp-content/uploads/2012/05/16-nielsen.png" alt="" /></a></p>
<p>Destaques da pesquisa:</p>
<ul>
<li>O número de assinantes de telefones celulares com smartphones, nos EUA, subiu de 40% no ano passado para cerca de 50% atualmente.</li>
<li>Usuários de smartphones com iOS e Android dobraram em um ano, compreendendo agora 88% de todos os que baixaram pelo menos um app nos últimos 30 dias.</li>
<li>A média de apps por smartphone cresceu 28% ano a ano, de 32 para 41 aplicativos.</li>
<li>Usuários estão passando 10% mais tempo usando apps do que navegando na web.</li>
<li>Os cinco apps mais populares continuam sendo Facebook, YouTube, <del>Android Market</del> Google Play, Google Search e Gmail.</li>
<li>Já a quantidade de tempo gasto em apps por dia subiu pouco, de 37 minutos por dia em 2011 para 39 minutos, atualmente.</li>
<li>Usuários também continuam bastante preocupados com privacidade — a porcentagem subiu de 70% para 73%, em um ano. Cerca de 55% deles têm medo de compartilhar informações sobre sua localização geográfica em apps.</li>
</ul>
<p>Uma outra coisa que se pode tirar destes números é que consumidores estão agora passando menos tempo, em média, por app.</p>
<p>Vale notar que todos esses dados devem variar muito, em outros países.</p>
<p>[via <a  href="http://macmagazine.com.br/goto/GigaOM/208748/2" target="_blank">GigaOM</a>]</p>
</div>
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		<item>
		<title>Auditoria – Como o Windows Server pode te ajudar</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Apr 2012 18:17:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius Farah</dc:creator>
				<category><![CDATA[Server]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Laerte Costa  As informações, com certeza, são os bens mais valiosos que podemos ter no nosso mundo, pois é uma das poucas coisas que quando conseguimos não nos podem ser retiradas. No mundo empresarial elas possuem um nível ainda maior, que podem determinar um caso de sucesso ou não, ou um diferencial entre as concorrentes, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<span class="fb_share"><fb:like href="http://www.farah.eti.br/blog/auditoria-como-o-windows-server-pode-te-ajudar/" layout="button_count"></fb:like></span><a  href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.farah.eti.br%2Fblog%2F%3Fp%3D176&#038;count=horizontal&#038;related=vtfarah&#038;text=Auditoria%20%E2%80%93%20Como%20o%20Windows%20Server%20pode%20te%20ajudar" class="twitter-share-button" 0="data-text='Auditoria" 1="–" 2="Como" 3="o" 4="Windows" 5="Server" 6="pode" 7="te" 8="ajudar'" 9="data-url='http://www.farah.eti.br/blog/?p=176'" 10="data-counturl='http://www.farah.eti.br/blog/auditoria-como-o-windows-server-pode-te-ajudar/'" 11="data-count='horizontal'" 12="data-via='vtfarah'" 13="data-related='vtfarah'"></a><div>
<p>Por <a title="Posts de Laerte Costa" href="http://www.profissionaisti.com.br/author/laerte/" rel="author">Laerte Costa</a></p>
</div>
<div>
<p> As informações, com certeza, são os bens mais valiosos que podemos ter no nosso mundo, pois é uma das poucas coisas que quando conseguimos não nos podem ser retiradas.</p>
</div>
<div>
<p>No mundo empresarial elas possuem um nível ainda maior, que podem determinar um caso de sucesso ou não, ou um diferencial entre as concorrentes, o chamado know-how. Protegê-las cada dia que passa é uma tarefa de suma importância.</p>
<p>Técnicas para isso é que não faltam, entre elas estão as mais simples, tais como definir permissões de acessos através do sistema de arquivos ou por permissão de compartilhamentos, que de uma forma rápida define quem pode e quem não pode acessar os arquivos, ou definir os níveis de permissão de acesso a arquivos tais como leitura e escrita. Mas também existem as técnicas mais avançadas, tais como criptografia de dados usando chaves assimétricas, onde somente quem possui as chaves apropriadas podem acessar os dados.</p>
<p>Para a proteção dessas informações, implementar essas técnicas é um dos princípios da <a  href="http://www.profissionaisti.com.br/category/seguranca/">segurança da informação</a>, mas não é o suficiente, não adianta você implementá-las sem monitorar, pois quem pensa que uma vez que esteja executando e em produção o processo está perfeito, na verdade está é perfeitamente enganado. Após todo o processo de implementação é necessário verificar se tudo corre conforme o programado e uma técnica para ver se as tarefas estão sendo executadas da maneira como foram projetadas é realizar uma auditoria.</p>
<p>A auditoria de uma forma resumida é uma tarefa onde se realizam testes para verificar se tudo está sendo executado dá maneira correta. Quando se fala em auditoria muitas pessoas pensam em alguma empresa indo a outra e realizando esses testes e no final gerando um relatório sobre o que está certo e normalmente o que está errado, mas uma auditoria pode ser realizada internamente e como estamos falando de acesso a informação, a família Windows Server fornece uma ferramenta embutida nela para realizar essa função. É de rápida implementação e é isso que será abordado nesse artigo.</p>
<p>A seguir será implementada uma auditoria de falha de acesso a arquivos e verificação de quem apagou um arquivo.</p>
<h3>Configurando o seu servidor para realizar auditoria de arquivos</h3>
<p>O primeiro passo para realizar uma auditoria em um Windows Server é habilitá-la e para isso crie uma GPO na OU do servidor em que ela será executada ou defina-a nas políticas locais.</p>
<p><em>Nota: Para um melhor gerenciamento é melhor criar uma GPO, pois assim você pode configurá-la sem ter que logar localmente, além de poder ter um relatório do que está habilitado ou não.</em></p>
<p><strong>Ao criar a GPO vá até a seguinte configuração:</strong> Computer Configuration (Configuração de Computador) &gt; Policies (Politicas) &gt; Windows Settings (Configurações do Windows) &gt; Security Settings (Configuração de Segurança) &gt; Local Policies (Politicas Locais) &gt; Audit Policies (Politicas de Auditoria) e clique duas vezes em “Audit Object Access” (Auditoria de Acesso a Objetos).</p>
<p><em>Obs: A politica acima é para ser criada no Windows Server 2008, no 2003 o caminho é diferente:</em></p>
<p>Computer Configuration (Configuração de Computador) &gt; Windows Settings (Configurações do Windows) &gt; Security Settings (Configuração de Segurança) &gt; Local Policies (Politicas Locais) &gt; Audit Policies (Politicas de Auditoria) e clique duas vezes em “Audit Object Access” (Auditoria de Acesso a Objetos).</p>
<p>Na janela que aparecer marque as opções “Success” (Sucesso) e “Failure” (Falha), isso para termos a opção de selecionar as opções de falha e sucesso na auditoria, conforme a imagem abaixo:</p>
<p><a  href="http://www.farah.eti.br/blog/wp-content/uploads/2012/04/DefiniçãoAuditoria1.png" class="thickbox no_icon" rel="gallery-176" title="DefiniçãoAuditoria1"><img class="alignnone" title="DefiniçãoAuditoria1" src="http://www.farah.eti.br/blog/wp-content/uploads/2012/04/DefiniçãoAuditoria1.png" alt="" /></a></p>
<p>Pronto já habilitamos o servidor para que ele possa realizar auditorias, mas ele não está auditando nada ainda, para isso precisamos definir o que será auditado. No nosso caso queremos que ele audite os acessos indevidos a pastas e os arquivos apagados com sucesso.<br />
Para isso, logue com uma conta com direitos administrativos no servidor onde a auditoria foi habilitada, vá até a pasta onde ela será realizada e clique com o botão direito nela e depois em “Properties” (Propriedades) e após na aba “Security” (Segurança), em seguida em Advanced (Avançado).</p>
<p><a  href="http://www.farah.eti.br/blog/wp-content/uploads/2012/04/Segurança.png" class="thickbox no_icon" rel="gallery-176" title="Segurança"><img class="alignnone" title="Segurança" src="http://www.farah.eti.br/blog/wp-content/uploads/2012/04/Segurança.png" alt="" /></a></p>
<p>Clique na aba “Auditing” (Auditoria), aparecerá uma tela perguntando se você está logado com um usuário com direitos administrativos e pergunta se quer continuar, então clique em continue.</p>
<p><a  href="http://www.farah.eti.br/blog/wp-content/uploads/2012/04/Auditoria.png" class="thickbox no_icon" rel="gallery-176" title="Auditoria"><img class="alignnone" title="Auditoria" src="http://www.farah.eti.br/blog/wp-content/uploads/2012/04/Auditoria.png" alt="" /></a></p>
<p><em>Obs: No Windows Server 2003, esse passo não existe.</em></p>
<p>Na tela seguinte clique em add (adicionar) para definir as regras da auditoria, ou seja, o que deve ser auditado.</p>
<p><a  href="http://www.farah.eti.br/blog/wp-content/uploads/2012/04/Auditoria2.png" class="thickbox no_icon" rel="gallery-176" title="Auditoria2"><img class="alignnone" title="Auditoria2" src="http://www.farah.eti.br/blog/wp-content/uploads/2012/04/Auditoria2.png" alt="" /></a></p>
<p>A seguir aparecerá uma tela pedindo qual usuário será auditado. No nosso caso queremos que ele faça uma auditoria de todos os usuários, então digite o “everyone” (todos) e clique em “Ckeck Names” (Checar nomes) e depois em OK</p>
<p><a  href="http://www.farah.eti.br/blog/wp-content/uploads/2012/04/usuário.png" class="thickbox no_icon" rel="gallery-176" title="usuário"><img class="alignnone" title="usuário" src="http://www.farah.eti.br/blog/wp-content/uploads/2012/04/usuário.png" alt="" /></a></p>
<p>Após, aparecerá uma tela pedindo o que quer ser auditado. No nosso caso os arquivos que são deletados com sucesso e os arquivos com falha de leitura (sem acesso), então marque a opção “delete” na coluna “Successfull” (sucesso) e “List Folder/ Read Data” (Listar Pasta / Ler Dados) na coluna “Failed” (Falha).</p>
<p><a  href="http://www.farah.eti.br/blog/wp-content/uploads/2012/04/regrasauditoria.png" class="thickbox no_icon" rel="gallery-176" title="regrasauditoria"><img class="alignnone" title="regrasauditoria" src="http://www.farah.eti.br/blog/wp-content/uploads/2012/04/regrasauditoria.png" alt="" /></a></p>
<p><em>Dica: Não marque todas as opções, pois a visualização da auditoria ficará comprometida, isso será explicado mais a frente.</em></p>
<p>Pronto agora a auditoria já está habilitada e configurada, o próximo passo é visualizar.</p>
<h3>Visualizando os logs de auditoria</h3>
<p>Agora que o seu servidor está preparado para auditar, como podemos visualizar os dados que necessitamos? A ferramenta é simples de usar e todos nós conhecemos: o Event Viewer ou Visualizador de Eventos. Com ele basta ir nos logs de segurança (security) para verificar o que precisamos, porém, é uma tarefa difícil verificar essas informações por ele, por um simples motivo que mostrarei na imagem abaixo:</p>
<p><a  href="http://www.farah.eti.br/blog/wp-content/uploads/2012/04/eventviewer.png" class="thickbox no_icon" rel="gallery-176" title="eventviewer"><img class="alignnone" title="eventviewer" src="http://www.farah.eti.br/blog/wp-content/uploads/2012/04/eventviewer.png" alt="" /></a></p>
<p>Notaram que ele gera inúmeras informações? Até você achar o que precisa, tendo que verificar entrada por entrada para descobrir o que quer, é chato. Se você já sabe o que procura, você pode fazer um filtro e ele já te retorna os valores desejados. No nosso caso queremos descobrir quem deletou um arquivo e quem tentou acessar um arquivo não permitido.</p>
<p><em>Nota: Quando foi falado acima para não marcar todas as opções foi justamente por causa das inúmeras informações que são gravadas nos logs, se caso deixasse tudo habilitado seu log ia estourar rapidamente.</em></p>
<p>Para verificar o arquivo deletado basta filtrar pelo evento 4663 e ele te informará quem deletou o arquivo e que horas, conforme imagem abaixo:</p>
<p><a  href="http://www.farah.eti.br/blog/wp-content/uploads/2012/04/Delete.png" class="thickbox no_icon" rel="gallery-176" title="Delete"><img class="alignnone" title="Delete" src="http://www.farah.eti.br/blog/wp-content/uploads/2012/04/Delete.png" alt="" /></a></p>
<p><em>Nota: No Windows Server 2003 o evento é o 560.</em></p>
<p>Neste caso o usuário suporte removeu o arquivo “Documento Teste” no dia 07/04 as 22:09<br />
E para verificar acesso indevido, tem que filtrar dois eventos: o de número 4656 e 5145. O primeiro fala de acesso indevido via acesso local e o segundo via rede, mas ambos dão os mesmos detalhes como mostra a imagem abaixo:</p>
<p><a  href="http://www.farah.eti.br/blog/wp-content/uploads/2012/04/acesso.png" class="thickbox no_icon" rel="gallery-176" title="acesso"><img class="alignnone" title="acesso" src="http://www.farah.eti.br/blog/wp-content/uploads/2012/04/acesso.png" alt="" /></a></p>
<p>Neste caso o usuário Teste2 tentou acessar a pasta teste e não conseguiu por não ter acesso.</p>
<p><em>Informação contida onde está marcado de vermelho na imagem.</em></p>
<p><em>Nota: No Windows Server 2003 o evento é o numero 560.</em></p>
<p><em>Nota: Tanto no Windows Server 2008 quanto no 2003 a auditoria apresenta em falha.</em></p>
<p>Isso é uma forma de você visualizar, a outra é através do Powershell. É preferível usá-lo quando quer colocar em um relatório. Fica bem mais simples, pois você pode transformar a saída em um HTML.</p>
<p>Abaixo segue os dois scripts em powershell para os nossos dois casos:</p>
<p><strong>Arquivo deletado</strong><br />
<strong>Windows Server 2008</strong></p>
<p><em>$a = get-eventlog -logname security -instanceid 4663 |convertto-html -property timegenerated, message</em><br />
<em>$a = $a| foreach-object {$_ -replace “”, “”}</em></p>
<p><em>$a|Out-File “local do arquivo HTML”</em></p>
<p>Na primeira linha do script ele coleta as informações dos eventos de segurança onde o eventID é 4663 e converte a saída para HTML armazenando somente a Hora Gerada e a Mensagem e coloca o resultado na variável $a.</p>
<p>Na segunda linha ele pega a variável $a e procura pela tag HTML. Ao achá-la ele troca colocando uma borda nela. (Essa parte é importante pois ao converter a saída do comando para HTML ele vem sem borda e a visualização no arquivo fica ruim.) Na terceira linha o resultado dentro de $a é gravado dentro de um arquivo. (Onde está escrito “local do arquivo HTML” coloque o local onde quer armazenar o arquivo, por exemplo ‘C:\resultado\auditoria.html”</p>
<p><strong>Windows Server 2003</strong></p>
<p><em>$a = get-eventlog -logname security -instanceid 560 –message “*Delete*” |convertto-html -property timegenerated, message</em><br />
<em>$a = $a| foreach-object {$_ -replace “”, “”}</em></p>
<p><em>$a|Out-File “local do arquivo HTML”</em></p>
<p>Na primeira linha do script ele coleta as informações dos eventos de segurança onde o eventID é 56o e a mensagem do evento possui a palavra Delete e converte a saída para HTML armazenando somente a Hora Gerada e a Mensagem e coloca o resultado na variável $a.</p>
<p>Na segunda linha e terceira linha é a mesma coisa do outro script acima.</p>
<p><strong>Acesso indevido</strong><br />
<strong>Windows Server 2008</strong></p>
<p><em>$a = get-eventlog -logname security -entrytype failureaudit -message “*file*” |convertto-html -property timegenerated, message</em><br />
<em>$a = $a| foreach-object {$_ -replace “”, “”}</em></p>
<p><em>$a|Out-File “local do arquivo HTML”</em></p>
<p>Na primeira linha do script ele coleta as informações dos eventos de segurança onde os tipos são Falhas de Auditoria e na mensagem existe a palavra “file” (comum em ambos os eventos falados acima) e converte a saída para HTML armazenando somente a Hora Gerada e a Mensagem e coloca o resultado na variável $a.</p>
<p><strong>Windows Server 2003</strong></p>
<p><em>$a = get-eventlog -logname security -entrytype failureaudit –instanceid 560 |convertto-html -property timegenerated, message</em><br />
<em>$a = $a| foreach-object {$_ -replace “”, “”}</em></p>
<p><em>$a|Out-File “local do arquivo HTML”</em></p>
<p>Na primeira linha do script ele coleta as informações dos eventos de segurança onde os tipos são Falhas de Auditoria e o eventID é o 560 e converte a saída para HTML armazenando somente a Hora Gerada e a Mensagem e coloca o resultado na variável $a.</p>
<p>Na segunda linha e terceira linha de ambos é a mesma coisa do script de arquivo deletado.</p>
<p>Lembre-se: Para criar um script em Powershell você tem que salvar o arquivo com a extensão .ps1.</p>
<p><em>Nota: Geralmente os scripts de powershell não são habilitados para execução por padrão para isso antes de executar os scripts acima, rode o comando Set-ExecutionPolicy Unrestricted</em></p>
<p><em>Lembrete: O Powershell na vem instalado no Windows Server 2003, para isso tem que baixar e instalar o mesmo.</em></p>
<p>Com isso verificamos como habilitar e configurar uma auditoria no Windows Server 2003 e 2008 e verificarmos como anda o acesso a arquivos em nossa rede, porém a auditoria de arquivos é somente uma parte das ferramentas de auditoria no Windows, existem outras tais como a auditoria de logon em máquina, para mais informações acesso o link: http://technet.microsoft.com/pt-br/library/cc779526(v=ws.10).aspx</p>
</div>
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		<item>
		<title>[Alugado!]Procurando APTO para ALUGAR na TIJUCA?</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Mar 2012 20:42:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius Farah</dc:creator>
				<category><![CDATA[Casa]]></category>

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		<description><![CDATA[ atualizado em 12/04/12: Apto já foi alugado! Estou alugando um apto na Rua Clemente Falcão na Tijuca, abaixo mapa e dados do apartamento: - 2 quartos - Dependências de emprega - 85m2 - Rua tranquila e perto de tudo, metro, mercado, restaurantes etc - 2 andar sem elevador e sem garagem - Condomínio + Água: [...]]]></description>
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<p>Estou alugando um apto na Rua Clemente Falcão na Tijuca, abaixo mapa e dados do apartamento:</p>
<p>- 2 quartos<br />
- Dependências de emprega<br />
- 85m2<br />
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- IPTU: R$50<br />
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<p>Interessados a administradora é a Unidade e o telefone é (21)2263-6273(falar com a Danielle).</p>
<p>Unidade Administração de Imóveis<br />
Tel: (21)2263-6273<br />
Fax: (21)2263-4164<br />
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Av. Rio Branco, 81 &#8211; 6 andar, Centro, RJ &#8211; 20068-900</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a title="Google Maps" href="http://maps.google.com/maps?f=q&amp;source=s_q&amp;hl=pt-BR&amp;geocode=&amp;q=R.+Clemente+Falc%C3%A3o,+119+-+Tijuca,+Rio+de+Janeiro+-+RJ,+Brasil&amp;aq=0&amp;oq=rua+cle&amp;sll=37.0625,-95.677068&amp;sspn=54.357317,79.013672&amp;vpsrc=0&amp;ie=UTF8&amp;hq=&amp;hnear=R.+Clemente+Falc%C3%A3o,+119+-+Tijuca,+Rio+de+Janeiro,+20510-120,+Brasil&amp;t=m&amp;z=17" target="_blank">Google Maps:</a></p>
<p><a  href="http://www.farah.eti.br/blog/wp-content/uploads/2012/03/R.-Clemente-Falcão-119-Tijuca-Rio-de-Janeiro-RJ-Brasil-Google-Maps-144114.png" class="thickbox no_icon" rel="gallery-163" title="R. Clemente Falcão, 119 - Tijuca, Rio de Janeiro - RJ, Brasil"><img class="alignnone" style="border-image: initial; border-width: 1px; border-color: black; border-style: solid;" title="R. Clemente Falcão, 119 - Tijuca, Rio de Janeiro - RJ, Brasil" src="http://www.farah.eti.br/blog/wp-content/uploads/2012/03/R.-Clemente-Falcão-119-Tijuca-Rio-de-Janeiro-RJ-Brasil-Google-Maps-144114-1024x471.png" alt="" width="614" height="283" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Tabela de Acentuação e Caracteres Especiais em HTML</title>
		<link>http://www.farah.eti.br/blog/tabela-de-acentuacao-e-caracteres-especiais-em-html/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=tabela-de-acentuacao-e-caracteres-especiais-em-html</link>
		<comments>http://www.farah.eti.br/blog/tabela-de-acentuacao-e-caracteres-especiais-em-html/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 19 Mar 2012 20:01:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius Farah</dc:creator>
				<category><![CDATA[Informática]]></category>
		<category><![CDATA[html]]></category>
		<category><![CDATA[tabela conversão]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.farah.eti.br/blog/?p=161</guid>
		<description><![CDATA[Caracteres Acentuados no Português á &#38;aacute; Á &#38;Aacute; ã &#38;atilde; Ã &#38;Atilde; â &#38;acirc; Â &#38;Acirc; à &#38;agrave; À &#38;Agrave; é &#38;eacute; É &#38;Eacute; ê &#38;ecirc; Ê &#38;Ecirc; í &#38;iacute; Í &#38;Iacute; ó &#38;oacute; Ó &#38;Oacute; õ &#38;otilde; Õ &#38;Otilde; ô &#38;ocirc; Ô &#38;Ocirc; ú &#38;uacute; Ú &#38;Uacute; ü &#38;uuml; Ü &#38;Uuml; ç &#38;ccedil; Ç [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<span class="fb_share"><fb:like href="http://www.farah.eti.br/blog/tabela-de-acentuacao-e-caracteres-especiais-em-html/" layout="button_count"></fb:like></span><a href='http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.farah.eti.br%2Fblog%2F%3Fp%3D161&count=horizontal&related=vtfarah&text=Tabela%20de%20Acentua%C3%A7%C3%A3o%20e%20Caracteres%20Especiais%20em%20HTML' class='twitter-share-button' data-text='Tabela de Acentuação e Caracteres Especiais em HTML' data-url='http://www.farah.eti.br/blog/?p=161' data-counturl='http://www.farah.eti.br/blog/tabela-de-acentuacao-e-caracteres-especiais-em-html/' data-count='horizontal' data-via='vtfarah' data-related='vtfarah'></a><h2><strong>Caracteres Acentuados no Português</strong></h2>
<div id="html">
<div class="entry">
<table class="acentos">
<tbody>
<tr>
<td class="a">á</td>
<td>&amp;aacute;</td>
<td class="a">Á</td>
<td>&amp;Aacute;</td>
<td class="a">ã</td>
<td>&amp;atilde;</td>
<td class="a">Ã</td>
<td>&amp;Atilde;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">â</td>
<td>&amp;acirc;</td>
<td class="a">Â</td>
<td>&amp;Acirc;</td>
<td class="a">à</td>
<td>&amp;agrave;</td>
<td class="a">À</td>
<td>&amp;Agrave;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">é</td>
<td>&amp;eacute;</td>
<td class="a">É</td>
<td>&amp;Eacute;</td>
<td class="a">ê</td>
<td>&amp;ecirc;</td>
<td class="a">Ê</td>
<td>&amp;Ecirc;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">í</td>
<td>&amp;iacute;</td>
<td class="a">Í</td>
<td>&amp;Iacute;</td>
<td class="a">ó</td>
<td>&amp;oacute;</td>
<td class="a">Ó</td>
<td>&amp;Oacute;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">õ</td>
<td>&amp;otilde;</td>
<td class="a">Õ</td>
<td>&amp;Otilde;</td>
<td class="a">ô</td>
<td>&amp;ocirc;</td>
<td class="a">Ô</td>
<td>&amp;Ocirc;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">ú</td>
<td>&amp;uacute;</td>
<td class="a">Ú</td>
<td>&amp;Uacute;</td>
<td class="a">ü</td>
<td>&amp;uuml;</td>
<td class="a">Ü</td>
<td>&amp;Uuml;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">ç</td>
<td>&amp;ccedil;</td>
<td class="a">Ç</td>
<td>&amp;Ccedil;</td>
<td colspan="4"></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<h2 id="ce">Caracteres Especiais</h2>
<table class="acentos">
<tbody>
<tr>
<td class="a"></td>
<td>espaço</td>
<td>&amp;nbsp;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">&amp;</td>
<td>e comercial</td>
<td>&amp;amp;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">&gt;</td>
<td>maior que</td>
<td>&amp;gt;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">&lt;</td>
<td>menor que</td>
<td>&amp;lt;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">ˆ</td>
<td>acento circunflexo</td>
<td>&amp;circ;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">˜</td>
<td>acento til</td>
<td>&amp;tilde;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">¨</td>
<td>acento trema</td>
<td>&amp;uml;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">´</td>
<td>acento agudo</td>
<td>&amp;cute;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">¸</td>
<td>cedilha</td>
<td>&amp;cedil;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">&#8220;</td>
<td>aspas duplas</td>
<td>&amp;quot;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">“ <strong>e</strong> ”</td>
<td>aspas duplas (esquerda e direita)</td>
<td>&amp;ldquo; <strong>e</strong> &amp;rdquo;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">‘ <strong>e</strong> ’</td>
<td>aspas simples (esquerda e direita)</td>
<td>&amp;lsquo; <strong>e</strong> &amp;rsquo;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">‹ <strong>e</strong> ›</td>
<td>aspas angulares simples (esquerda e direita)</td>
<td>&amp;lsaquo; <strong>e</strong> &amp;rsaquo;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">« <strong>e</strong> »</td>
<td>aspas angulares duplas (esquerda e direita)</td>
<td>&amp;laquo; <strong>e</strong> &amp;raquo;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">º</td>
<td>ordenal masculino</td>
<td>&amp;ordm;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">ª</td>
<td>ordinal feminino</td>
<td>&amp;ordf;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">–</td>
<td>travessão ‘en’</td>
<td>&amp;ndash;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">—</td>
<td>travessão ‘em’</td>
<td>&amp;mdash;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">­</td>
<td>hífen oculto</td>
<td>&amp;shy;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">¯</td>
<td>macron</td>
<td>&amp;macr;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">…</td>
<td>reticências</td>
<td>&amp;hellip;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">¦</td>
<td>barra vertical</td>
<td>&amp;brvbar;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">•</td>
<td>marcador (bullet)</td>
<td>&amp;bull;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">¶</td>
<td>parágrafo</td>
<td>&amp;para;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">§</td>
<td>parágrafo legal</td>
<td>&amp;sect;</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<h2 id="cc">Caracteres Comerciais</h2>
<table class="acentos">
<tbody>
<tr>
<td class="a">©</td>
<td>copyright</td>
<td>&amp;copy;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">®</td>
<td>marca registrada</td>
<td>&amp;reg</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">™</td>
<td>trade mark</td>
<td>&amp;trade;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">£</td>
<td>libra esterlina</td>
<td>&amp;pound;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">¢</td>
<td>centavo</td>
<td>&amp;cent;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">€</td>
<td>euro</td>
<td>&amp;euro;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">¥</td>
<td>iene (yen)</td>
<td>&amp;yen;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">¤</td>
<td>símbolo monetário</td>
<td>&amp;curren;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">₢</td>
<td>Cruzeiro (Brasil)</td>
<td>&amp;#8354;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">₣</td>
<td>Franco (França)</td>
<td>&amp;#8355;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">₤</td>
<td>Lira (Itália)</td>
<td>&amp;#8356;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">₥</td>
<td>Mill (US$.001)</td>
<td>&amp;#8357;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">₦</td>
<td>Naira (Nigéria)</td>
<td>&amp;#8358;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">₧</td>
<td>Peseta (Espanha)</td>
<td>&amp;#8359;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">₨</td>
<td>Rupee (India)</td>
<td>&amp;#8360;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">₩</td>
<td>Won (Coréia)</td>
<td>&amp;#8361;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">₪</td>
<td>New sheqel (Israel)</td>
<td>&amp;#8362;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">₫</td>
<td>Dong (Vietnam)</td>
<td>&amp;#8363;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">₭</td>
<td>Kip (Laos)</td>
<td>&amp;#8365;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">₮</td>
<td>Tugrik (Mongólia)</td>
<td>&amp;#8366;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">₯</td>
<td>Drachma (Greece)</td>
<td>&amp;#8367;</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<h2 id="mt">Caracteres Matemáticos e Lógicos</h2>
<table class="acentos">
<tbody>
<tr>
<td class="a">¹</td>
<td>elevado a um</td>
<td>&amp;sup1;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">²</td>
<td>ao quadrado</td>
<td>&amp;sup2;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">³</td>
<td>ao cubo</td>
<td>&amp;sup3;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">½</td>
<td>fração um meio</td>
<td>&amp;frac12;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">¼</td>
<td>fração um quarto</td>
<td>&amp;frac14;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">¾</td>
<td>fração três quartos</td>
<td>&amp;frac34;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">⅛</td>
<td>fração um oitavo</td>
<td>&amp;#8539;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">⅜</td>
<td>fração três oitavos</td>
<td>&amp;#8540;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">⅝</td>
<td>fração cinco oitavos</td>
<td>&amp;#8541;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">⅞</td>
<td>fração sete oitavos</td>
<td>&amp;#8542;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">&gt;</td>
<td>maior que</td>
<td>&amp;gt;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">&lt;</td>
<td>menor que</td>
<td>&amp;lt;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">±</td>
<td>mais ou menos</td>
<td>&amp;plusmn;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">−</td>
<td>sinal de subtração</td>
<td>&amp;minus;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">×</td>
<td>sinal de multiplicação</td>
<td>&amp;times;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">÷</td>
<td>sinal de divisão</td>
<td>&amp;divide;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">∗</td>
<td>asterisco</td>
<td>&amp;lowast;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">⁄</td>
<td>barra de fração</td>
<td>&amp;frasl;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">‰</td>
<td>por-mil</td>
<td>&amp;permil;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">∫</td>
<td>sinal de integral</td>
<td>&amp;int;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">∑</td>
<td>somatório</td>
<td>&amp;sum;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">∏</td>
<td>PI</td>
<td>&amp;prod;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">√</td>
<td>raiz quadrada</td>
<td>&amp;radic;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">∞</td>
<td>infinito</td>
<td>&amp;infin;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">≈</td>
<td>quase igual</td>
<td>&amp;asymp;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">≅</td>
<td>aproximadamente igual</td>
<td>&amp;cong;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">∝</td>
<td>proporcional</td>
<td>&amp;prop;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">≡</td>
<td>idêntico</td>
<td>&amp;equiv;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">≠</td>
<td>diferente</td>
<td>&amp;ne;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">≤</td>
<td>menor ou igual</td>
<td>&amp;le;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">≥</td>
<td>maior ou igual</td>
<td>&amp;ge;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">∴</td>
<td>consequentemente</td>
<td>&amp;there4;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">⋅</td>
<td>ponto</td>
<td>&amp;sdot;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">·</td>
<td>ponto do meio</td>
<td>&amp;middot;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">∂</td>
<td>diferença parcial</td>
<td>&amp;part;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">ℑ</td>
<td>parte imaginária do número</td>
<td>&amp;image;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">ℜ</td>
<td>parte real do número</td>
<td>&amp;real;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">′</td>
<td>minuto</td>
<td>&amp;prime;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">″</td>
<td>segundo</td>
<td>&amp;Prime;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">°</td>
<td>grau</td>
<td>&amp;deg;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">∠</td>
<td>ângulo</td>
<td>&amp;ang;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">⊥</td>
<td>perpendicular</td>
<td>&amp;perp;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">∇</td>
<td>nabla</td>
<td>&amp;nabla;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">⊕</td>
<td>soma direta</td>
<td>&amp;oplus;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">⊗</td>
<td>produto de vetor</td>
<td>&amp;otimes;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">ℵ</td>
<td>alef</td>
<td>&amp;alefsym;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">ø</td>
<td>produto vazio</td>
<td>&amp;oslash;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">Ø</td>
<td>produto vazio</td>
<td>&amp;Oslash;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">∈</td>
<td>elemento de/pertence a</td>
<td>&amp;isin;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">∉</td>
<td>nã é elemento de</td>
<td>&amp;notin;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">∩</td>
<td>interseção</td>
<td>&amp;cap;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">∪</td>
<td>união</td>
<td>&amp;cup;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">⊂</td>
<td>subconjunto de</td>
<td>&amp;sub;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">⊃</td>
<td>superconjunto de</td>
<td>&amp;sup;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">⊆</td>
<td>subconjunto de ou igual a</td>
<td>&amp;sube;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">⊇</td>
<td>superconjunto de ou igual a</td>
<td>&amp;supe;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">∃</td>
<td>existe</td>
<td>&amp;exist;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">∀</td>
<td>qualquer</td>
<td>&amp;forall;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">∅</td>
<td>vazio</td>
<td>&amp;empty;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">¬</td>
<td>não lógico</td>
<td>&amp;not;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">∧</td>
<td>e lógico</td>
<td>&amp;and;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">∨</td>
<td>ou lógico</td>
<td>&amp;or;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">↵</td>
<td>retorno de carro</td>
<td>&amp;crarr;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">← <strong>e</strong> →</td>
<td>setas simples</td>
<td>&amp;larr; <strong>e</strong> &amp;rarr;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">↑ <strong>e</strong> ↓</td>
<td>setas simples</td>
<td>&amp;uarr; <strong>e</strong> &amp;darr;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">↔</td>
<td>seta simples</td>
<td>&amp;harr;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">⇐ <strong>e</strong> ⇒</td>
<td>setas duplas</td>
<td>&amp;lArr; <strong>e</strong> &amp;hrrr;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">⇑ <strong>e</strong> ⇓</td>
<td>setas duplas</td>
<td>&amp;uArr; <strong>e</strong> &amp;dArr;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">⇔</td>
<td>seta dupla</td>
<td>&amp;hArr;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">⌈ <strong>e</strong> ⌉</td>
<td>teto (esquerdo e direito)</td>
<td>&amp;lceil; <strong>e</strong> &amp;rceil;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">⌊ <strong>e</strong> ⌋</td>
<td>piso (esquerdo e direito)</td>
<td>&amp;lfloor; <strong>e</strong> &amp;rfloor;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">◊</td>
<td>losango</td>
<td>&amp;loz;</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<h2 id="oa">Outros Acentos e Caracteres Especiais</h2>
<table class="acentos">
<tbody>
<tr>
<td class="a">ñ</td>
<td>&amp;ntilde;</td>
<td class="a">Ñ</td>
<td>&amp;Ntilde;</td>
<td class="a">¡</td>
<td>&amp;iexcl;</td>
<td class="a">¿</td>
<td>&amp;iquest;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">ä</td>
<td>&amp;auml;</td>
<td class="a">Ä</td>
<td>&amp;Auml;</td>
<td class="a">å</td>
<td>&amp;aring;</td>
<td class="a">Å</td>
<td>&amp;Aring;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">ë</td>
<td>&amp;euml;</td>
<td class="a">Ë</td>
<td>&amp;Euml;</td>
<td class="a">è</td>
<td>&amp;grave;</td>
<td class="a">È</td>
<td>&amp;Egrave;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">ï</td>
<td>&amp;iuml;</td>
<td class="a">Ï</td>
<td>&amp;Iuml;</td>
<td class="a">ì</td>
<td>&amp;igrave;</td>
<td class="a">Ì</td>
<td>&amp;Igrave;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">î</td>
<td>&amp;icirc;</td>
<td class="a">Î</td>
<td>&amp;Icirc;</td>
<td colspan="4"></td>
</tr>
<tr>
<td class="a">ö</td>
<td>&amp;ouml;</td>
<td class="a">Ö</td>
<td>&amp;Ouml;</td>
<td class="a">ò</td>
<td>&amp;ograve;</td>
<td class="a">Ò</td>
<td>&amp;Ograve;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">ù</td>
<td>&amp;ugrave;</td>
<td class="a">Ù</td>
<td>&amp;Ugrave;</td>
<td class="a">û</td>
<td>&amp;ucirc;</td>
<td class="a">Û</td>
<td>&amp;Ucirc;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">ý</td>
<td>&amp;yacute;</td>
<td class="a">Ý</td>
<td>&amp;Yacute;</td>
<td class="a">ÿ</td>
<td>&amp;yuml;</td>
<td class="a">Ÿ</td>
<td>&amp;Yuml;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">æ</td>
<td>&amp;aelig;</td>
<td class="a">Æ</td>
<td>&amp;AElig;</td>
<td class="a">œ</td>
<td>&amp;oelig;</td>
<td class="a">Œ</td>
<td>&amp;OElig;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">†</td>
<td>&amp;dagger;</td>
<td class="a">‡</td>
<td>&amp;Dagger;</td>
<td class="a">š</td>
<td>&amp;scaron;</td>
<td class="a">Š</td>
<td>&amp;Scaron;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">þ</td>
<td>&amp;thorn;</td>
<td class="a">Þ</td>
<td>&amp;THORN;</td>
<td class="a">ð</td>
<td>&amp;eth;</td>
<td class="a">Ð</td>
<td>&amp;ETH;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">§</td>
<td>&amp;sect;</td>
<td class="a">ƒ</td>
<td>&amp;fnof;</td>
<td class="a">ß</td>
<td>&amp;szlig;</td>
<td class="a">µ</td>
<td>&amp;micro;</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<h2 id="cg">Caracteres Gregos</h2>
<table class="acentos">
<tbody>
<tr>
<td class="a">α</td>
<td>&amp;alpha;</td>
<td class="a">Α</td>
<td>&amp;Alpha;</td>
<td class="a">β</td>
<td>&amp;beta;</td>
<td class="a">Β</td>
<td>&amp;Beta;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">γ</td>
<td>&amp;gamma;</td>
<td class="a">Γ</td>
<td>&amp;Gamma;</td>
<td class="a">δ</td>
<td>&amp;delta;</td>
<td class="a">Δ</td>
<td>&amp;Delta;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">ε</td>
<td>&amp;epsilon;</td>
<td class="a">Ε</td>
<td>&amp;Epsilon;</td>
<td class="a">ζ</td>
<td>&amp;zeta;</td>
<td class="a">Ζ</td>
<td>&amp;Zeta;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">η</td>
<td>&amp;eta;</td>
<td class="a">Η</td>
<td>&amp;Eta;</td>
<td class="a">θ</td>
<td>&amp;theta;</td>
<td class="a">Θ</td>
<td>&amp;Theta;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">ι</td>
<td>&amp;iota;</td>
<td class="a">Ι</td>
<td>&amp;Iota;</td>
<td class="a">κ</td>
<td>&amp;kappa;</td>
<td class="a">Κ</td>
<td>&amp;Kappa;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">λ</td>
<td>&amp;lambda;</td>
<td class="a">Λ</td>
<td>&amp;Lambda;</td>
<td class="a">μ</td>
<td>&amp;mu;</td>
<td class="a">Μ</td>
<td>&amp;Mu;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">ν</td>
<td>&amp;nu;</td>
<td class="a">Ν</td>
<td>&amp;Nu;</td>
<td class="a">ξ</td>
<td>&amp;xi;</td>
<td class="a">Ξ</td>
<td>&amp;Xi;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">ο</td>
<td>&amp;omicron;</td>
<td class="a">Ο</td>
<td>&amp;Omicron;</td>
<td class="a">π</td>
<td>&amp;pi;</td>
<td class="a">Π</td>
<td>&amp;Pi;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">ρ</td>
<td>&amp;rho;</td>
<td class="a">Ρ</td>
<td>&amp;Rho;</td>
<td class="a">σ</td>
<td>&amp;sigma;</td>
<td class="a">Σ</td>
<td>&amp;Sigma;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">ς</td>
<td>&amp;sigmaf;</td>
<td class="a">τ</td>
<td>&amp;tau;</td>
<td class="a">Τ</td>
<td>&amp;Tau;</td>
<td class="a">υ</td>
<td>&amp;upsilon;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">Υ</td>
<td>&amp;Upsilon;</td>
<td class="a">φ</td>
<td>&amp;phi;</td>
<td class="a">Φ</td>
<td>&amp;Phi;</td>
<td class="a">χ</td>
<td>&amp;chi;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">Χ</td>
<td>&amp;Chi;</td>
<td class="a">ψ</td>
<td>&amp;psi;</td>
<td class="a">Ψ</td>
<td>&amp;Psi;</td>
<td class="a">ω</td>
<td>&amp;omega;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">Ω</td>
<td>&amp;Omega;</td>
<td class="a">ϑ</td>
<td>&amp;thetasym;</td>
<td class="a">ϒ</td>
<td>&amp;upsih;</td>
<td class="a">ϖ</td>
<td>&amp;piv;</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<h2 id="sz">Planetas e Signos do Zodíaco</h2>
<table class="acentos">
<tbody>
<tr>
<td class="a">☿</td>
<td>Mercúrio</td>
<td>&amp;#9791;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">♀</td>
<td>Vênus</td>
<td>&amp;#9792;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">♁</td>
<td>Terra</td>
<td>&amp;#9793;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">♂</td>
<td>Marte</td>
<td>&amp;#9794;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">♃</td>
<td>Júpiter</td>
<td>&amp;#9795;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">♄</td>
<td>Saturno</td>
<td>&amp;#9796;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">♅</td>
<td>Urano</td>
<td>&amp;#9797;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">♆</td>
<td>Netuno</td>
<td>&amp;#9798;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">♇</td>
<td>Plutão</td>
<td>&amp;#9799;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">♈</td>
<td>Áries</td>
<td>&amp;#9800;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">♉</td>
<td>Touro</td>
<td>&amp;#9801;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">♊</td>
<td>Gêmeos</td>
<td>&amp;#9802;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">♋</td>
<td>Câncer</td>
<td>&amp;#9803;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">♌</td>
<td>Leão</td>
<td>&amp;#9804;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">♍</td>
<td>Virgem</td>
<td>&amp;#9805;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">♎</td>
<td>Libra</td>
<td>&amp;#9806;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">♏</td>
<td>Escorpião</td>
<td>&amp;#9807;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">♐</td>
<td>Sagitário</td>
<td>&amp;#9808;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">♑</td>
<td>Capricórnio</td>
<td>&amp;#9809;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">♒</td>
<td>Peixe</td>
<td>&amp;#9810;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">♓</td>
<td>Aquário</td>
<td>&amp;#9811;</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<h2 id="nb">Naipes do Baralho</h2>
<table class="acentos">
<tbody>
<tr>
<td class="a">♠</td>
<td>espadas</td>
<td>&amp;spades;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">♤</td>
<td>espadas</td>
<td>&amp;#9828;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">♣</td>
<td>paus</td>
<td>&amp;clubs;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">♧</td>
<td>paus</td>
<td>&amp;#9831;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">♥</td>
<td>copas</td>
<td>&amp;hearts;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">♡</td>
<td>copas</td>
<td>&amp;#9825;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">♦</td>
<td>ouros</td>
<td>&amp;diams;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">♢</td>
<td>ouros</td>
<td>&amp;#9826;</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<h2 id="sn">Sinalização</h2>
<table class="acentos">
<tbody>
<tr>
<td class="a">☠</td>
<td>Venenoso</td>
<td>&amp;#9760;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">☡</td>
<td>Cuidado</td>
<td>&amp;#9761;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">☢</td>
<td>Radioativo</td>
<td>&amp;#9762;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">☣</td>
<td>Venenoso</td>
<td>&amp;#9763;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">☤</td>
<td>Caduceu</td>
<td>&amp;#9764;</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<h2 id="xd">Peças de Xadrez</h2>
<table class="acentos">
<tbody>
<tr>
<td class="a">♔</td>
<td>Rei branco</td>
<td>&amp;#99812;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">♕</td>
<td>Rainha branca</td>
<td>&amp;#99813;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">♖</td>
<td>Torre branca</td>
<td>&amp;#99814;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">♗</td>
<td>Bispo branco</td>
<td>&amp;#99815;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">♘</td>
<td>Cavalo branco</td>
<td>&amp;#99816;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">♙</td>
<td>Peão branco</td>
<td>&amp;#99817;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">♚</td>
<td>Rei preto</td>
<td>&amp;#99818;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">♛</td>
<td>Rainha preta</td>
<td>&amp;#99819;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">♜</td>
<td>Torre preta</td>
<td>&amp;#99820;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">♝</td>
<td>Bispo preto</td>
<td>&amp;#99821;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">♞</td>
<td>Cavalo preto</td>
<td>&amp;#99822;</td>
</tr>
<tr>
<td class="a">♟</td>
<td>Peão preto</td>
<td>&amp;#99823;</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Resolvendo o problema de 3G no Motorola Milestone (Android)</title>
		<link>http://www.farah.eti.br/blog/resolvendo-o-problema-de-3g-no-motorola-milestone-android/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=resolvendo-o-problema-de-3g-no-motorola-milestone-android</link>
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		<pubDate>Tue, 14 Feb 2012 18:41:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius Farah</dc:creator>
				<category><![CDATA[Android]]></category>
		<category><![CDATA[3g]]></category>
		<category><![CDATA[android]]></category>
		<category><![CDATA[milestone]]></category>
		<category><![CDATA[motorola]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.farah.eti.br/blog/?p=149</guid>
		<description><![CDATA[Para simplificar, existem dois principais tipos de operadoras de telefonia móvel, GSM e CDMA. Saindo desses 2 tipos de conexão temos as tecnologias derivadas: GSM = GPRS (2g), EDGE(2g), UMTS(3g), WCDMA(3g), HSDPA(3g) CDMA = CDMA*(2/3g) EV-DO(3g) WiMax(3/4g) No menu existe as seguintes opções: WCDMA preferred – O telefone é capaz de usar tanto 2G como 3G de comunicação de dados e quando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<span class="fb_share"><fb:like href="http://www.farah.eti.br/blog/resolvendo-o-problema-de-3g-no-motorola-milestone-android/" layout="button_count"></fb:like></span><a  href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.farah.eti.br%2Fblog%2F%3Fp%3D149&#038;count=horizontal&#038;related=vtfarah&#038;text=Resolvendo%20o%20problema%20de%203G%20no%20Motorola%20Milestone%20%28Android%29" class="twitter-share-button" 0="data-text='Resolvendo" 1="o" 2="problema" 3="de" 4="3G" 5="no" 6="Motorola" 7="Milestone" 8="(Android)'" 9="data-url='http://www.farah.eti.br/blog/?p=149'" 10="data-counturl='http://www.farah.eti.br/blog/resolvendo-o-problema-de-3g-no-motorola-milestone-android/'" 11="data-count='horizontal'" 12="data-via='vtfarah'" 13="data-related='vtfarah'"></a><p>Para simplificar, existem dois principais tipos de <a href="http://www.tekimobile.com/11028/acabando-com-problemas-de-3g-no-android-milestone/#" rel="nofollow">operadoras</a> de telefonia móvel, GSM e CDMA.</p>
<p>Saindo desses 2 tipos de conexão temos as <a  href="http://www.tekimobile.com/11028/acabando-com-problemas-de-3g-no-android-milestone/#" rel="nofollow">tecnologias</a> derivadas:<br />
<strong>GSM = </strong>GPRS (2g), EDGE(2g), UMTS(3g), WCDMA(3g), HSDPA(3g)<br />
<strong>CDMA = </strong>CDMA*(2/3g) EV-DO(3g) WiMax(3/4g)<br />
No menu existe as seguintes opções:<br />
<strong>WCDMA preferred</strong> – O telefone é capaz de usar tanto 2G como 3G de comunicação de dados e quando o sinal tá fraco ele favorece o 3G.<br />
<strong>GSM only</strong> -  O telefone é capaz de usar apenas a rede 2G para comunicação de dados.<br />
<strong>WCDMA only</strong> – O telefone GSM é capaz de usar apenas a comunicação de dados 3G. Quando o sinal 3G é muito baixo, você acaba ficando sem conexão pois ela não aceitará a rede 2G (Edge).<br />
<strong>GSM auto (PRL)</strong> -  O telefone GSM é capaz de usar tanto 2G como 3G, mas quando o sinal tá fraco ela favorece o 2G<em>, essa é a opção default dos celulares brasileiros.</em><br />
<strong></strong><br />
As outras opções são todas para CDMA, e como no Brasil só operamos com o GSM não nos é útil.<br />
Para entrar no menu digite <strong>*#*#4636#*#*</strong></p>
<p><strong></strong><br />
E na primeira opção – Informações do telefone – você escolhe uma das opções acima. Ai que está o problema, como a opção defaul é o <strong>GSM auto (PRL)</strong> vários usuários tem reclamado que nunca se consegue uma conexão 3G mesmo sabendo que o sinal está forte, então selecione a primeira opção <strong>WCDMA preferred,<br />
</strong>e teste e análise se irá conectar com o 3G.</p>
<p>Para sair é só clicar na casinha (home).</p>
<p>Espero que ajude!</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>O sono do bebê</title>
		<link>http://www.farah.eti.br/blog/o-sono-do-bebe/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=o-sono-do-bebe</link>
		<comments>http://www.farah.eti.br/blog/o-sono-do-bebe/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 09 Feb 2012 12:08:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius Farah</dc:creator>
				<category><![CDATA[Família]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.farah.eti.br/blog/?p=125</guid>
		<description><![CDATA[Nesse momento é a minha cara.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<span class="fb_share"><fb:like href="http://www.farah.eti.br/blog/o-sono-do-bebe/" layout="button_count"></fb:like></span><a  href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.farah.eti.br%2Fblog%2F%3Fp%3D125&#038;count=horizontal&#038;related=vtfarah&#038;text=O%20sono%20do%20beb%C3%AA" class="twitter-share-button" 0="data-text='O" 1="sono" 2="do" 3="bebê'" 4="data-url='http://www.farah.eti.br/blog/?p=125'" 5="data-counturl='http://www.farah.eti.br/blog/o-sono-do-bebe/'" 6="data-count='horizontal'" 7="data-via='vtfarah'" 8="data-related='vtfarah'"></a><p>Nesse momento é a minha cara.</p>
<p><a href="http://www.farah.eti.br/blog/wp-content/uploads/2012/02/baby-sleep-positions-20120205-111242.jpg"><img class="alignnone" title="baby-sleep-positions-20120205-111242" src="http://www.farah.eti.br/blog/wp-content/uploads/2012/02/baby-sleep-positions-20120205-111242-308x1024.jpg" alt="" /></a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>How to create duplicate table in MySQL?</title>
		<link>http://www.farah.eti.br/blog/how-to-create-duplicate-table-in-mysql/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=how-to-create-duplicate-table-in-mysql</link>
		<comments>http://www.farah.eti.br/blog/how-to-create-duplicate-table-in-mysql/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 18 Jan 2012 19:43:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius Farah</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mysql]]></category>
		<category><![CDATA[duplicar]]></category>
		<category><![CDATA[mysql]]></category>
		<category><![CDATA[tabela]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.farah.eti.br/blog/?p=91</guid>
		<description><![CDATA[I want to create a duplicate table of my already created table in the same database. Can you explain, how to create duplicate table of an existing table in MySQL? Answer No: 178 MySQL provides many methods to create duplicate table with its data or without its data. The following is a simple example to [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<span class="fb_share"><fb:like href="http://www.farah.eti.br/blog/how-to-create-duplicate-table-in-mysql/" layout="button_count"></fb:like></span><a  href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.farah.eti.br%2Fblog%2F%3Fp%3D91&#038;count=horizontal&#038;related=vtfarah&#038;text=How%20to%20create%20duplicate%20table%20in%20MySQL%3F" class="twitter-share-button" 0="data-text='How" 1="to" 2="create" 3="duplicate" 4="table" 5="in" 6="MySQL?'" 7="data-url='http://www.farah.eti.br/blog/?p=91'" 8="data-counturl='http://www.farah.eti.br/blog/how-to-create-duplicate-table-in-mysql/'" 9="data-count='horizontal'" 10="data-via='vtfarah'" 11="data-related='vtfarah'"></a><h1><a href="http://www.farah.eti.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/logo-mysql-110x57.png"><img class="alignleft" title="MySQL" src="http://www.farah.eti.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/logo-mysql-110x57.png" alt="" /></a></h1>
<div>
<p>I want to create a duplicate table of my already created table in the same database. Can you explain, how to create duplicate table of an existing table in MySQL?</p>
</div>
<h3>Answer No: 178</h3>
<div>
<p>MySQL provides many methods to create duplicate table with its data or without its data. The following is a simple example to create a duplicate table alongwith data of the original table:</p>
<pre>CREATE TABLE new_table_name SELECT * FROM old_table_name;</pre>
<p>The above query will create a table named &#8216;new_table_name&#8217; like table &#8216;old_table_name&#8217; and entire data from old table will be copied to new table. An important point to note is that this query will not create column attributes and indexes as defined in the original table. However, if you also want to have such attributes, this can be done with another easy way. Take a look at the following queries:</p>
<pre>CREATE TABLE new_table_name LIKE old_table_name;</pre>
<p>This query will create a copy of the original table with all its constraints and attributes. Now, you need to insert entire data from original table to new one table so run the following query:</p>
<pre>INSERT INTO new_table_name SELECT * FROM `old_table_name`;</pre>
</div>
<div><span style="color: #008000;"><br />
</span></div>
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		<title>WordPress for Android</title>
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		<pubDate>Fri, 07 Oct 2011 00:40:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius Farah</dc:creator>
				<category><![CDATA[Família]]></category>
		<category><![CDATA[ísis]]></category>
		<category><![CDATA[sarah]]></category>
		<category><![CDATA[virginia]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; &#160; Que maravilha esse aplicativo&#8230; 1 2 3 testando]]></description>
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<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a  href="http://www.farah.eti.br/blog/wp-content/uploads/2011/10/DSC01738-Medium.jpg" class="thickbox no_icon" rel="gallery-89" title="Vivi e Sarah"><img class="aligncenter" title="Vivi e Sarah" src="http://www.farah.eti.br/blog/wp-content/uploads/2011/10/DSC01738-Medium-1024x575.jpg" alt="" /></a></p>
<p>Que maravilha esse aplicativo&#8230; 1 2 3 testando</p>
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		<title>Samsung Galaxy SII vs. IPhone 4S</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Oct 2011 13:16:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius Farah</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mobile]]></category>
		<category><![CDATA[android]]></category>
		<category><![CDATA[galaxy sii]]></category>
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		<description><![CDATA[É por isso que não largo meu Android!!! &#160;]]></description>
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<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.farah.eti.br/blog/wp-content/uploads/2011/10/iphone-4s-vs-samsung-galaxy-s2.jpg"><img class="aligncenter" title="iphone-4s-vs-samsung-galaxy-s2" src="http://www.farah.eti.br/blog/wp-content/uploads/2011/10/iphone-4s-vs-samsung-galaxy-s2-416x1024.jpg" alt="" width="416" height="1024" /></a><a  href="http://www.farah.eti.br/blog/?attachment_id=80" rel="attachment wp-att-80"><br />
</a><a  href="http://www.farah.eti.br/blog/?attachment_id=80" rel="attachment wp-att-80"><br />
</a></p>
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